A Terceira Besta

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Vimos anteriormente que a PRIMEIRA BESTA reinou de 538 a 1798. Durante este período os papas aumentaram tanto o seu poder, a ponto de exigir obediência não somente no âmbito da Igreja, mas também dos príncipes e nações. É contra isto que Napoleão se insurgiu, indignado.

Em 1789, como consequência da Revolução Francesa e das ideias do Iluminismo, os bens da Igreja foram postos à disposição do Estado e foram mais tarde confiscados. As Ordens Religiosas foram dissolvidas. Mais de 300 pessoas ligadas à cúpula da Igreja (bispos e presbíteros) foram fuzilados. Pio VI tentou resistir, mas, alguns anos depois, foi preso à mando de Napoleão.

Em 15/02/1798, foi oficialmente proclamada a república em Roma e o Papa Pio VI foi declarado deposto. A Primeira Besta perde o seu reino, bem como a influência sobre as nações (as que antes eram chamadas de Estados Pontifícios).

Nesta mesma época, estavam surgindo os EUA. O eixo do poder muda da Europa, para a América do Norte. Além de poder político e militar, o American Way of Life é exportado para as outras nações, que não conseguem escapar de sua influência cultural. Ao fim da Grande Guerra do Século XX (I e II Guerra Mundial) as nações já estão sob o comando da SEGUNDA BESTA. Basta consultar um bom livro de História para constatar que esta nação, há bastante tempo, já é tratada como “IMPÉRIO AMERICANO”.

Apocalipse 13 mostra este império reinando com todo o poder da Primeira Besta, coexistindo com a Primeira, que mais tarde voltaria a reinar como Terceira Besta.

Apocalipse 17: 8-11 nos esclarece:

“8 A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir. 9 Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada; 10 são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo. 11 A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição.

A Primeira Besta retoma o seu poder (ela era, já não é, mas volta) e se levanta como TERCEIRA BESTA em 11/02/1929, com o Papa Pio XI (será que o nome e o mês é mera coincidência?). Benito Mussolini, ditador italiano, e Pio XI celebram os Tratados de Latrão, conquistando para o Papado a soberania plena da cidade do Vaticano. O Papado ganha uma destinação financeira, indenização pelas perdas territoriais e se reconcilia com o Estado Italiano, que admite a soberania da Santa Sé sobre o Vaticano.

Em 1929, portanto, a Besta conquista novamente um reino, ganha um trono, autoridade e poder. Se assenta nos 7 montes (v. 9, Capitalino; Esquilino; Palatino; Aventino; Viminal; Quiminal; e Celle.) Lembra que Roma é conhecida como a cidade das sete colinas?

E o v. 10 nos mostra os reis que se levantaram desde então. 10 são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo.

1º – Pio XI – 1922 a 1939

2º – Pio XII – 1939 a 1958

3º – João XXIII – 1958 a 1963

4º – Paulo VI – 1963 a 1978

5º – João Paulo I – 1978 (cinco já caíram)

6º – João Paulo II – 1978 a 2005 (visto na visão de João, o que “existe”)

7º – Bento XVI – 2005 a 28/02/13 (quando vier, convém que dure pouco).

A profecia afirma que Bento XVI, o sétimo, não ficaria muito tempo. Não é à toa que justificou a inusitada renúncia com o fato de que sua idade avançada não lhe permitia mais atender a todas as necessidades do cargo que ocupava, pelo que ele mesmo entendeu que não é mais conveniente que ocupe o Papado!

E o versículo 11 afirma que o papa seguinte, o 8º Rei, PAPA FRANCISCO, é o último, aquele que vai para a perdição.

“11 A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição.”

Como diz a Bíblia, “quem tem ouvidos para ouvir, ouça.”

Para entender melhor esta profecia, assista ao vídeo no link http://youtu.be/Cn3XpHHWGXE Vale a pena e tem menos de 7 minutos de duração.

Com amor,

Luciane.

Continua: No vale da decisão

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